sábado, 18 de outubro de 2008
VIAGEM PARA O PROGRAMA ALTAS HORAS
VIAGEM PARA O PROGRAMA ALTAS HORAS
O Centro Acadêmico João do Rio (CAJOR) em parceria com a Unibrasil realiza no dia 29/10 uma viagem aos estúdios do programa Altas Horas, em São Paulo.
O ônibus sairá de Ponta Grossa às 21h do dia 28 para Curitiba, onde se reunirá com os alunos da Unibrasil.
Itinerário:Saída às 00:00 do dia 29/10 - chegada em São Paulo prevista 8:00
8:00 - Parada na Estação da Luz - Tempo livre para visitação da Picanoteca ou do Museu da Língua Portuguesa
12:00 - Saída da Estação da Luz para a Rede Globo (almoço por conta de cada um)
13:30 - Chegada a Rede Globo
15:00 - 19:00 - Gravação do Altas Horas - será sevido um lanche no final do programa para os participantes
20:00 - Saída de São Paulo para Curitiba
2:00 - horário provável de chegada a Curitiba
Preço: R$70 (R$35 pagos na segunda-feira (20/10) para confirmação e R$35 pagos até sexta-feira, dia 24)
Todos os participantes do grupo deverão ter idade entre 18 e 26 anos
segunda-feira, 30 de junho de 2008
Recorde lamentável
De acordo com a revista veja do dia 11 de junho de 2006, na matéria “Muita retórica, pouca ação”, mostra um panorama de como foi abordada a questão do desmatamento da Amazônia durante o governo Lula. Segundo a matéria, durante os três últimos anos do governo atual essa questão foi tão alardeada como em governos anteriores. De fato, a sociedade em geral passou a dar mais valor na floresta amazônica.
Os meses de julho a setembro são considerados os meses em que o índice de desmatamento mais cresce, pelo fato de que é um período de escassez de chuva, crescendo as chances de queimadas. A estimativa é de que até setembro, 20 mil quilômetros quadrados podem ser desmatados, índice que pode ser considerado um recorde até então. Número que no qual não devemos ter orgulho de lembrar, pois a cada ano que passa esse índice cresce cada vez mais. Mesmo assim, o governo federal não toma atitudes para conter esse desmatamento desenfreado, em muitos casos acaba até incentivando ao promover a grande produção agrícola e agropecuária no Brasil.
Já passou do momento, do governo criar políticas de desenvolvimento econômico sustentáveis, pois se não houver alguma atitude, esse recorde irá crescer a cada ano que passa, até chegar o ponto de não ter como mais “comemorar” esse recorde, por não ter mais nenhuma floresta para desmatar.
Fonte da imagem: http://www.madeiratotal.com.br/noticias/caminhao_de_toro_1.jpg, 01/07/2008
sábado, 21 de junho de 2008
Conseqüências drasticas
Não é novidade para ninguém que o aquecimento global é causado devido à emissão de gases poluentes na atmosfera. E uma das suas conseqüências é o derretimento das geleiras. De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, um estudo realizado com o gelo da Groenlândia localizado entre 1.452 e 1.642 metros de profundidade, indica que desde o fim da ultima era glacial, a temperatura aumentou cerca de 10 °C de um ano para o outro.
O aumento acelerado da tempera causada pelo feito estufa, faz com que as geleiras derretam cada vez mais rápido. Assim, se desde o fim da era glacial, cada ano que passa a temperatura aumenta 10°C, com o efeito estufa isso tende a piorar drasticamente.
Muito se discute sobre a emissão dos gases poluentes na atmosfera entre os paises, mas nada é feito de concreto, apenas alguns tratados e políticas que não saem do papel. Uma vez que, países como Estados Unidos, não adquirem a redução da emissão de gazes poluentes. É necessário tomar medidas mais enérgicas para a contenção da produção de gases poluentes desses paises, não ficando apenas no papel. Pois se os países não tomarem atitudes que resolvam ou amenizem esse problema que é efeito estufa, as conseqüências serão drásticas e irreversíveis.
Fonte da Imagem: http://www.portaltosabendo.com.br/index.php/atualidades/visualizar/creditos-de-carbono-ecologico-x-mercadologico, 22/06/2008
Brasileiro vence prêmio ambiental internacional
O Brasil nunca tem dinheiro para investir, está sempre atrasado quando se trata de inovações tecnológicas e dificilmente ajuda pesquisadores e estudantes em suas pesquisas. No máximo há oferta de bolsa de pesquisa. Mas já adianto que mal dá para sobreviver (isso quando há a bolsa).
Mas não foi essa falta de incentivo e reconhecimento que impossibilitou que o Brasil conseguisse ganhar espaço internacional quando se fala de gênios da inteligência que “bolam” projetos espantosos que podem, por exemplo, ser a saída para muitos problemas ambientais.
O físico José Goldemberg, do Instituto de Eletrotécnica e Energia da USP, é um dos ganhadores deste ano do Blue Planet Prize, um dos principais prêmios concedidos aos que lutam pela causa ambiental no mundo. Suas contribuições foram importantes na formulação e implementação de muitas políticas associadas ao melhoramento no uso e na conservação de energia.
Da mesma forma que Goldemberg, outros pesquisadores na área ambiental, também possuem projetos e pesquisas que podem ser motivo para premiações em diversos espaços oferecidos no mundo todo, além de grandes possibilidades de mudar o cenário do aquecimento global, falta de água, energia, etc. Só falta um pouco mais de colaboração por parte do poder público em investir nesses trabalhos, pois interesse inteligência e competência estudantes, pesquisadores e cientistas têm de monte.
Fontes: www.ambientebrasil.com.br / www.unesc.rct-sc.br
terça-feira, 10 de junho de 2008
Visão de quem entende
Em quase um mês depois de deixar a pasta do meio ambiente, a ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva, passou a participar do grupo de colunistas da Folha de São Paulo. A senadora é reconhecida pela luta sobre as questões ambientais no país, que durante o seu período como Ministra do Meio Ambiente, enfrentou vários conflitos com as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do Governo Federal.
Em entrevista ao grupo Folha, Marina Silva coloca que em sua coluna vai falar sobre assuntos ligados ao desenvolvimento sustentável. No entanto, “não será uma coluna monotemática”, afirma.
Na sua primeira coluna “Em legítima defesa”, a colunista Marina Silva, aborda questões gerias sobre as legislações ambientais atuais e como o Estado brasileiro vem tratando os assuntos que referem ao meio ambiente e principalmente a floresta Amazônica. De fato a visão de Marina Silva será muito importante, não só por ter passado cinco anos como Ministra do Meio Ambiente, mas também a visão de uma pessoa que se preocupa com as causas ambientais.
Fonte da Imagem: http://www.iisd.ca/csd/csd11/pix/2904brazil3.jpg, 10/06/08
segunda-feira, 9 de junho de 2008
Protesto criativo
Ambientalistas fizeram um protesto em frente a sede do Governo do Estado do Piauí, Palácio de Karnak. O protesto era uma Via Sacra ecológica com a crucificação do meio ambiente. Havia cruzes erguidas na frente do palácio e um jovem na cor verde na cruz central com um cartaz nas mãos trazendo a mensagem: “W Dias Pilatos”.
O objetivo do protesto realizado pelos ambientalistas era mostrar a indignação com relação a destruição do meio ambiente e do estudo que segundo eles vem sendo utilizado pelo governo como sendo do INPE e justificando o que chamam de “desenvolvimento”. O estudo afirma que 90% do cerrado estaria intacto.
Além disso, questionavam a o crescimento excessivo da produção de carvão, da lenha, da soja, mamona, cana e eucalipto. Também se mostraram indignados pela falta de fiscalização por parte dos órgãos do governo.
Multas são válidas?
As multas por crimes ambientais machucam os bolsos dos grandes latifundiários e são mais que valor simbólico? Se elas realmente inibem as ações dos criminosos não dá para afirmar com certeza, afinal muitas vezes se acumulam e demoram anos para serem pagas (se ainda forem pagas). Há até aqueles que entram na justiça para tentar se livrar das dividas com o IBAMA.
A região da Amazônia acumula 80% das multas aplicadas nos últimos dois anos no Brasil, segundo o site Ambiente Brasil. Sendo que o estado que recebeu mais multas foi o Mato grosso, por infrações contra fauna, flora, pesca e por poluição.
Com as discussões continuas sobre a preservação ambiental, houve uma maior fiscalização por parte dos órgãos responsáveis nos últimos anos. Conseqüentemente, os infratores foram multados e muitas vezes receberam espaço na mídia pelo tamanho do problema causado.
Contudo, há uma preocupação com relação a efetivação do pagamento. Em muitos casos isso não acontece ou demora anos para acontecer. Enquanto isso os crimes continuam sendo cometidos. Para muitos donos de terras, as multas nem mesmo são sentidas no bolso e para outros nem são pagas.
É preciso que a fiscalização não aconteça apenas na hora em que a multa é efetivada, mas também na verificação se realmente foi paga. Só assim ela pode “ser sentida” pelos grandes proprietários e não passar de um papel sem sentido com se fosse um panfleto. O mínimo para validar esse processo contra crime ambiental é manter um controle na hora do pagamento para que não sejam apenas valores simbólicos que não fizeram diferença para quem deveria pagar e não o fez.
domingo, 25 de maio de 2008
Que tal pensar na comercialização também?
Entre os dias 11 e 15 de junho, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento estará fazendo consultas com a população com relação às normas e leis de produção dos alimentos orgânicos. È uma forma validade de decidir sobre o futuro deste setor que está em visível crescimento nos últimos anos, contudo existem outros pontos importantes que não são discutidos numa legislação, mas que devem ser levados em conta.
Não adianta pensar se o produtor vai poder utilizar o fertilizante x ou y ou qual a melhor forma de conter as pragas na plantação se não se pensa nas formas de comercialização do produto. Afinal, uma das maiores reclamações é o baixo preço do produto pago ao produtor e o alto valor no mercado, o que de certa forma inviabiliza a produção, pois muitas pessoas deixam de comprar já que o valor é bastante diferente do convencional.
É preciso além de uma legislação, discutir como o produto pode se tornar mais barato para o consumidor, para aumentar as vendas e ao mesmo tempo o produtor poder se sustentar com a venda da produção orgânica. Não é um assunto fácil de colocar em discussão e muito menos encontrar solução, mas é algo necessário.
Fonte: Portal do Meio Ambiente / www.consumidor-rs.com.br
terça-feira, 13 de maio de 2008
Alternativas são bem vindas
Enquanto pega fogo a discussão sobre a responsabilidade do bicombustível pela crise dos alimentos, aparecem a passos lentos pesquisas que tentam encontrar uma saída para a produção sem utilizar espaços que, segundo algumas autoridades, poderiam ser utilizados para produção de alimentos.
Uma das saídas para a produção do novo combustível é a partir de óleo de microalgas. A Algafuel, empresa portuguesa já produz óleo de microalgas para bicombustível com fins industriais. O Instituto Nacional de Engenharia, Tecnologia e Inovação (INETI) também têm promovido estudos sobre o assunto, como uma solução para não competir com o espaço rural de produção agrícola.
Esse tipo de experiência revela que os pesquisadores estão preocupados com as questões ambientais e socioeconômicas. As algas podem ser criadas com facilidade, em qualquer tipo de água e solo e necessitam luz solar e dióxido de carbono (CO2).
Contudo, esse processo se torna menos viável pela questão financeira. É duas vezes mais caro que o produzido normalmente com as oleaginosas. É preciso produção ao mesmo nível da procura, para baixar os preços. Mas, quem sabe nos próximos anos, não seja possível utilizar essa nova descoberta, que de certa forma contribui (e muito) para o meio ambiente. Com um pouco mais de tecnologias e atenção voltada para essa estratégia, ela tende a crescer.
Fonte: http://www.biodieselbr.comGoverno Federal X Meio Ambiente
A saída da Ministra do Meio Ambiente, Marina Silva só demonstrou o conflito existente entre a pasta do Meio Ambiente e Governo Federal. Durante os cinco anos em que a ministra ficou no cargo pôde se observar vários conflitos estabelecidos. Podemos colocar como exemplo a concessão das novas hidrelétricas do Programa de Aceleração do Crescimento – PAC, localizadas nas regiões de Santo Antônio e Jirau no Rio Madeira em Roraima, que gerou atritos constantes entre o Ministério do Meio Ambiente com a Casa Civil. Além do desentendimento na afirmação dos últimos dados em relação ao desmatamento da floresta amazônica. Segundo o presidente Lula, os dados não são considerados tão preocupantes, mas para a ministra Marina Silva, os dados não eram só preocupantes, mas também alarmantes.
Esse e entre outros embates demonstram que o Governo Federal ainda se confronta com as questões ambientais, e continuam não dando a importância que deveria ser dada para estes assuntos. Será que Calos Minc, atual Secretário do Meio Ambiente do Rio de Janeiro, convidado para assumir o lugar de Marina Silva enfrentará novos embates com o Governo Federal? Ou será tão polêmico como foi a “militante ambiental” Marina Silva na pasta do Meio Ambiente.
Fonte da imagem:http://noticias.uol.com.br/ultnot/2008/05/13/ult23u2288.jhtm , 13 de maio de 2008.
Um grão vale ouro
Do jeito que anda o cenário, daqui há alguns anos vai ser difícil comer arroz e feijão. E o problema não é só no Brasil. A alta nos preços dos alimentos abrange toda a população mundial. Está caro para comer em todos os lugares do mundo, isso quando se tem com o que pagar. Porém, estava mais do que na cara que essa crise ia acontecer mais cedo ou mais tarde.
Enquanto as preocupações dos países eram com os grandes centros urbanos, o campo ficou totalmente esquecido durante décadas. O que era pauta nos últimos anos nas grandes discussões em todo o mundo? O planejamento urbano, industrial, tecnológico e uma série de coisas voltadas sempre para a cidade. Enquanto isso, encontrar políticas agrícolas em desenvolvimento era o mesmo que procurar uma agulha num palheiro.
Um país caracterizado pela industrialização e avanços tecnológicos sempre teve muito mais relevância com relação aqueles que como o Brasil, era voltado para a agricultura. Uma nação de roceiros, caipiras, fazendeiros grossos, e outros “apelidos” era a referência que se tinha dos países agrícolas.
Agora a situação é outra, e quem sai na frente é aquele que produz alimentos e não o que desenvolveu um novo robô ou modelo de celular. A crise dos alimentos é pauta até da reunião do G-8. A preocupação do momento é a alta dos preços dos alimentos, que tiveram uma elevação entre 6% e 20%, segundo a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL).
Esse aumento significativo ressalta ainda mais a desigualdade social e conseqüentemente haverá um maior número de famintos andando por aí em busca de um prato de comida. Por isso a preocupação em incentivar os países a produzirem e investirem na produção agrícola como forma de conter alta de preços e as conseqüências de tudo isso.
Só assim para o campo ter importância. Vai chover políticas em todo o mundo para melhorar as condições agrícolas. E a cidade agora vai depender ainda mais do campo para comer bem e mais barato, ou pelo menos vai ajudar a pensar alternativas para garantir o que comer.
Imagem retirada do site: www.prefvictorgraeff.com.br
segunda-feira, 12 de maio de 2008
Brasil polui menos!
Segundo pesquisa divulgada na quinta-feira pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), o Brasil emitiu o equivalente a 1,84 tonelada de gás carbônico (CO2) por habitante em 2007, enquanto os Estados Unidos emitiram o equivalente a 19,61 toneladas. Esse resultado bastante satisfatório, tanto para o meio ambiente quanto para nós mesmos advém da política de energia renovável que se discipou no país.
Podemos apresentar como energias renováveis a hidrelétrica e biomassa. O Brasil destaca-se em diversas regiões com a hidrelétrica, já que o país apresenta grandes possibilidades para sua geração, devido ao fluxo das águas adequadas para a cosntrução de usinas.
Ao invés de investir em usinas nucleares, que oferece riscos para a região onde se localiza e problemas ambientais devido a poluição, é mais inteligente pensar formas que utilizem os recursos naturais, como a hidrelétrica já que temos essa possibilidade.
É preciso por em prática essas idéias e não continuar investindo nas usinas nucleares. Além de custar caro para o país, ela causa danos irreversíveis à natureza. Nós temos um papel importante de divulgar essa meta alcançada e lutar para que isso não seja apenas números “do momento”, mas que seja resultado do desenvolvimento das políticas de preocupação ambiental.
sexta-feira, 2 de maio de 2008
Diga não ao carvão!
O Núcleo Amigos da Terra/Brasil está lançando um livro chamado “Carvão e as mudanças climáticas”, que chama a atenção para o impacto das termoelétricas no meio ambiente.
O livro trabalha com a conscientização da população com relação às tentativas de investimento do governo na geração de energia pela utilização do carvão. Enquanto se pensa no desmatamento e queima das florestas, as medidas contra a queima de carvão ficam esquecidas, como se estas não contribuíssem para a poluição.
Ainda hoje as queimadas e o desmatamento são os maiores emissores de CO2 no Brasil, contudo com a expansão das termoelétricas, estas também serão as grandes responsáveis por essa emissão, que conseqüentemente terá um aumento significativo.
Além disso, essa tentativa de aumentar a geração de energia utilizando como fonte geradora o carvão é controversa, afinal vai contra as políticas ambientais discutidas pelo governo, ONGs e ambientalistas. Esse “avanço “ na geração de energia, segundo o livro, contraria as tendências mundiais e anda na contramão da história. Sendo assim o Brasil poderá tornar-se um dos maiores vilões ambientais do planeta.
Fonte: www.ecoagencia.com.br
quinta-feira, 1 de maio de 2008
Geração com preocupação ambiental é um avanço
De acordo com o Portal do meio Ambiente, uma pesquisa realizada com estudantes de Administração de Empresas da Universidade de São Paulo (USP) e de faculdades privadas, mostra que os jovens já estão tendo uma preocupação ambiental mais visível, afinal a escolha da empresa “dos sonhos”, está relacionada com as preocupações ambientais e sociais da mesma.
Isso é um grande avanço, afinal a idéia que se tinha dos jovens há algum tempo era de uma geração sem despreocupada com a situação social e com a preservação ambiental. Essa nova perspectiva com relação à geração jovem é que as preocupações sociais continuem. E que colocadas em prática, incentivem também as próximas.
Fonte: http://www.portaldomeioambiente.org.br/ / www.saae.santafedosul.sp.gov.br
Tapando o sol com a peneira
É assim que podemos simplificar a idéia de desmatar para conter a crise dos alimentos, vinda do então governador do Mato Grosso Blairo Maggi. Segundo ele é “inevitável” desmatar para poder abrir áreas para produção agrícola.
Como se essa fosse uma ótima saída! Isso apenas resolve o problema por um tempo. Até por que, se essa idéia for colocada em prática daqui alguns anos o problema possa não ser a crise de alimentos, mas uma crive generalizada em todo o mundo.
A saída viável para este problema não é desmatar para ocupar mais áreas. É necessária a utilização e reestruturação das áreas que tem problemas, utilizando para isso as novas tecnologias que podem melhorar a produção sem causar maiores danos à natureza.
É contraditório pensar em resolver um problema, sabendo que se estará causando outro, com alcances ainda incalculáveis. Ao mesmo tempo em que há uma política de preservação das áreas que ainda restam, alguns “sem noção” fingem não observar essas políticas e propõem soluções inadequadas que entram em desacordo com as já existentes. Ou seja, conter a crise de alimentos com o desmatamento é tapar o sol com a peneira, afinal logo outro problema surgirá.
Fonte: www.ambientebrasil.com.br / www.rtp.pt
segunda-feira, 28 de abril de 2008
Fonte de riquezas
Para quem não sabe, o lixo é uma fonte de riquezas. Dele “saem” papéis, folhas de alumínio, lâminas de borracha, fibras e até energia elétrica, gerada com a combustão. Contudo poucas pessoas conhecem, ou tem consciência das utilidades que o lixo que não é lixo tem no nosso dia a dia quando reciclado.
O Brasil desperdiça anualmente R$ 4,6 bilhões porque não investe mais em reciclagem. Por mais que já tenhamos um desenvolvimento razoável, ainda há muito que reaproveitar daquilo que jogamos nos lixões.
As grandes cidades produzem uma quantidade enorme de lixo. 39% por exemplo, de todo o lixo que é produzido refere-se a papelão e papel, o que pode ser reaproveitado, evitando o corte de arvores e desperdício de matéria prima.
O Japão é um ótimo exemplo da reciclagem do vidro. Enquanto o Brasil recicla apenas 5%, os japoneses reciclam 55,5% desse material. A reciclagem é um importante método para deixar os locais limpos, afinal enquanto esse material é reciclado ele não fica nas ruas, lotes vazios ou entulhados (isso quando não viram cacos). A reciclagem das latas de aço, por exemplo, evita que o minério de ferro seja retirado da natureza.
Além disso, a venda de recicláveis é fonte de renda para muitas famílias. Esse é mais um ponto positivo, no qual podemos contribuir. Fazer a separação do lixo e entregar para o carrinheiro é uma atitude simples que demonstra a preocupação das pessoas pelos de seus atos. Afinal não basta falar em reciclagem, é necessário trabalhar para que isso realmente seja realidade.
Fonte: www.ambientebrasil.com.br
quinta-feira, 24 de abril de 2008
O Ranking da poluição paulista
Um levantamento apresentado pelo secretário Francisco Graziano Neto, durante reunião do Conselho Estadual do Meio Ambiente (Consema), apresentou a lista das primeiras cem maiores empresas geradoras de CO2 de São Paulo.
A campeã em poluir foi a Companhia Siderúrgica Paulista (Cosipa). Ela é responsável pela emissão de 6,35 milhões de toneladas de CO2 (dióxido de carbono de origem fóssil) por ano. As refinarias Replan, Revap e RPBC, pertencentes ao grupo Petrobras, aparecem logo em seguida. Logo mais é a vez da Replan, (produtora de derivados do petróleo) que emite 3,12 milhões toneladas de CO2 por ano. A quinta colocada é a Petroquímica União (PqU) mandando para a atmosfera 1,46 milhão de toneladas do gás por ano.
É importante observar que as primeiras oito colocadas no ranking produzem juntas 18,26 milhões de toneladas de CO2 por ano, o que equivale a 63% do total.
quarta-feira, 23 de abril de 2008
Processo inverso: o meio ambiente agradece
Encontra-se em processo de aprovação, o projeto de Lei 1991/07 que trata da Política Nacional de Resíduos Sólidos, que responsabiliza o fabricante pelo descarte do seu produto após o término da vida útil, ou seja, os produtos terão que voltar para seu local de origem. Computadores, impressoras, celulares, entre outros produtos usados, terão que voltar para a indústria.
Com essa lei as empresas não apenas vendem os produtos, mas tem a responsabilidade por todo o processo, desde a fabricação até o recolhimento. Isso representa um avanço importante na preservação do meio ambiente, além de ser uma alternativa de reaproveitamento dos produtos.
As empresas terão um prazo de dois anos para se adequarem ao processo inverso do qual estão acostumados: ao invés de vender, vão receber os produtos inutilizáveis. Com essa perspectiva, é possível pensar num processo avançado de reciclagem, tanto em produtos novos quanto na tranformação em outros produtos.
Essa é uma forma ainda de conscientizar a população da importância de reciclar. Estamos mobilizando desse modo, tanto a população quanto as empresas, que pensarão em formas de incentivo aos seus clientes.
Um novo avanço rumo à conscientização de toda a população está perto de ser aprovado. Preservar deve fazer parte das políticas empresariais das lojas, fábricas e distribuidoras. A nova moda agora é o processo inverso entre empresas e consumidores!
terça-feira, 22 de abril de 2008
Começando a se mexer
Para quem não queria nem saber em contribuir para a diminuição da poluição na planeta, já é um bom começo anunciar que a indústria energética vai diminuir a emissão de poluentes. O presidente dos EUA, George W. Bush, anunciou nesta quarta-feira (16) que o país pretende conter a industria energética com objetivo de deter o crescimento das emissões de gases no país até 2025.
Espanto? Pode até ser, mas já estava na hora dos EUA preservar o meio ambiente, afinal a revolução industrial que se desenvolveu naquele país de forma desenfreada elevou a taxa de poluição nos últimos cem anos de maneira espantosa.
Porém o presidente deixou claro que não vai atacar a economia para deter a emissão de gazes. Um país pautado pela economia crescente, novas tecnologias e grandes descobertas na área industrial não vai deixar de lucrar. O “pai” do capitalismo do século XX e XXI jamais trairá a lei da economia e do lucro. Mas para quem não mexia “um dedo” sequer, agora já está dando uma leve mexida nas articulações.
Adeus cerrado... a cana- de-açúcar está chegando!
Para aqueles que adoram uma derivada da cana nos fins de tarde ou num sábado à noite com a galerinha... que tal pensar no meio ambiente um pouquinho? A cana está tomando conta do cerrado. Cerca de 140 mil hectares do cerrado brasileiro, considerados unidades de conservação foram transformados em canavial na safra de 2006/2007.
O cerrado já teve 39% de sua área desmatada, perdendo apenas para a Mata Atlântica, da qual restam menos de 25 % de sua área. Segundo os ambientalistas, esse desmatamento do cerrado tende a crescer com a chegada da “era” dos bicombustíveis.
Como tudo na vida tem seu lado bom e ruim, os bicombustíveis podem diminuir a emissão dos gazes tóxicos, no entanto a plantação em grande escala da matéria prima pode contribuir para a devastação de um importante bioma característico da região centro-oeste do Brasil.
São Paulo é o maior produtor de cana do país, porém tem 86 mil hectares desmatados. As áreas próximas às usinas detêm a maior parte do território desmatado, sendo que ainda assim incentivam as grandes produções. Lógica do consumo, do capitalismo e da modernidade. Estamos dando adeus ao cerrado, perdendo uma importante área rica em fauna e flora e dando espaço para a produção da cana-de-açúcar para produção do açúcar, das derivadas do fim de semana e do bicombustível (que ainda merece bons estudos antes de ser expandido).
segunda-feira, 21 de abril de 2008
Jogos olímpicos de Pequim podem ser prejudiciais à saúde
Com forte crescimento econômico nos últimos anos, a China adquiriu o título de maior emissor de dióxido de carbono, um dos principais gazes que causa o efeito estufa e chegou a passar os Estados Unidos em 8% na sua produção, segundo Agência Ambiental da Holanda.
Os jogos olímpicos de Pequim 2008 colocam á tona as preocupações com os problemas ambientais no país. No último Domingo, a realização da Maratona de Pequim foi um teste para verificar se os atletas agüentam o ar poluído. Graças ao vento e a chuva fina que ocorria no percurso da prova, não houve grandes conseqüências aos atletas. No entanto, a grande maioria dos comitês olímpicos dos países ainda tem uma grande preocupação com a poluição do ar, como é o caso da Austrália, que anunciou nesta última semana que os atletas serão submetidos a testes de asma, para verificar os mais vulneráveis à poluição.
Desde o início do ano, o governo chinês tomou algumas providências para a diminuição dos gases poluentes. Uma das atitudes tomadas, por exemplo, foi a desativação das fábricas de cimento aos redores da capital Pequim. No entanto, não se sabe ao certo se a qualidade do ar será possível até as olimpíadas, e muito menos, se logo após o termino dos jogos olímpicos o governo chinês continuará com as políticas para ter um ar mais limpo não só para os atletas, mas também para toda a população.
Cada um com seus interesses
Enquanto as ONGs e ambientalistas procuram uma saída para os problemas ambientais na região Norte do Brasil, alguns políticos acham que não é necessário o uso de operações da Polícia Federal do IBAMA. Não é de se espantar, não é? Como tudo na vida, agimos segundo nossos interesses ou dos mais “chegados”.
De acordo com o Jornal on-line Ambiente Brasil, os senadores Flexa Ribeiro (PSDB-PA), Expedito Júnior (PR-RO) e Jayme Campos (DEM-MT) querem obstruir a pauta de votações do Senado até que ações da Operação Arco de Fogo da PF (Polícia Federal) sejam suspensas.
Esta operação realizada na região amazônica tem por objetivo conter o desmatamento e a atuação das madeireiras que agem na ilegalidade, no entanto tentar conter as madeireiras da região é mexer num “caixão de abelha”.
O setor madeireiro é um dos setores de maior visibilidade econômica da região, além de ser uma atividade típica da região. Desse modo, ficam nítidos os interesses na tentativa de suspender a operação da PF e do IBAMA. Sem o corte das árvores a economia local pára e a região não se desenvolve, segundo os senadores.
As ações já foram realizadas nos estados do Mato Grosso, Rondônia e atualmente a operação está atuando no Pará. Até agora já foram apreendidos 39 mil m3 de madeira, aplicadas R$ 43,2 milhões em multas e várias pessoas foram presas, além de serrarias fechadas.
Esse resultado obtido com certeza não é agradável para aqueles que vêem na região um pólo empreendedor e que pode gerar muito dinheiro. Imagina quanto dinheiro os grandes madeireiros não deixaram de ganhar com esses 39 mil m3 de madeira que forem deixados de vender?
Os senadores alegam que a operação está desativando a economia local, que atualmente está parada. Contudo, onde fica a preocupação ambiental? O setor madeireiro atua na ilegalidade e os senadores ainda querem defender que as “regras são rígidas demais”.
Há interesses por trás de tudo isso, não há como negar. A solução do problema teoricamente é simples, porém dificilmente aplicada na prática. É necessário que as serrarias trabalhem apenas dentro daquilo que a lei permite, no entanto quem disse que um madeireiro acostumado a ganhar milhões vai concordar em deixar de lucrar, não é mesmo? Herdeiros do capitalismo aparecem até nas regiões em que achamos que este ainda nem chegou. Engano nosso, o capitalismo já atravessou o rio Amazonas!
Mas a maior indignação aqui presente é com relação aos políticos que agem como se desmatar não fosse um problema ambiental. Olhe só como trabalham os representantes no cenário político brasileiro: defendem os grandes empreendedores capitalistas (e é claro com seus interesses) enquanto órgãos públicos e organizações não-governamentais lutam pela preservação de um patrimônio que é de todos os brasileiros.
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