Enquanto pega fogo a discussão sobre a responsabilidade do bicombustível pela crise dos alimentos, aparecem a passos lentos pesquisas que tentam encontrar uma saída para a produção sem utilizar espaços que, segundo algumas autoridades, poderiam ser utilizados para produção de alimentos.
Uma das saídas para a produção do novo combustível é a partir de óleo de microalgas. A Algafuel, empresa portuguesa já produz óleo de microalgas para bicombustível com fins industriais. O Instituto Nacional de Engenharia, Tecnologia e Inovação (INETI) também têm promovido estudos sobre o assunto, como uma solução para não competir com o espaço rural de produção agrícola.
Esse tipo de experiência revela que os pesquisadores estão preocupados com as questões ambientais e socioeconômicas. As algas podem ser criadas com facilidade, em qualquer tipo de água e solo e necessitam luz solar e dióxido de carbono (CO2).
Contudo, esse processo se torna menos viável pela questão financeira. É duas vezes mais caro que o produzido normalmente com as oleaginosas. É preciso produção ao mesmo nível da procura, para baixar os preços. Mas, quem sabe nos próximos anos, não seja possível utilizar essa nova descoberta, que de certa forma contribui (e muito) para o meio ambiente. Com um pouco mais de tecnologias e atenção voltada para essa estratégia, ela tende a crescer.
Fonte: http://www.biodieselbr.comterça-feira, 13 de maio de 2008
Alternativas são bem vindas
Enquanto pega fogo a discussão sobre a responsabilidade do bicombustível pela crise dos alimentos, aparecem a passos lentos pesquisas que tentam encontrar uma saída para a produção sem utilizar espaços que, segundo algumas autoridades, poderiam ser utilizados para produção de alimentos.
Uma das saídas para a produção do novo combustível é a partir de óleo de microalgas. A Algafuel, empresa portuguesa já produz óleo de microalgas para bicombustível com fins industriais. O Instituto Nacional de Engenharia, Tecnologia e Inovação (INETI) também têm promovido estudos sobre o assunto, como uma solução para não competir com o espaço rural de produção agrícola.
Esse tipo de experiência revela que os pesquisadores estão preocupados com as questões ambientais e socioeconômicas. As algas podem ser criadas com facilidade, em qualquer tipo de água e solo e necessitam luz solar e dióxido de carbono (CO2).
Contudo, esse processo se torna menos viável pela questão financeira. É duas vezes mais caro que o produzido normalmente com as oleaginosas. É preciso produção ao mesmo nível da procura, para baixar os preços. Mas, quem sabe nos próximos anos, não seja possível utilizar essa nova descoberta, que de certa forma contribui (e muito) para o meio ambiente. Com um pouco mais de tecnologias e atenção voltada para essa estratégia, ela tende a crescer.
Fonte: http://www.biodieselbr.com
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