O Brasil nunca tem dinheiro para investir, está sempre atrasado quando se trata de inovações tecnológicas e dificilmente ajuda pesquisadores e estudantes em suas pesquisas. No máximo há oferta de bolsa de pesquisa. Mas já adianto que mal dá para sobreviver (isso quando há a bolsa).
Mas não foi essa falta de incentivo e reconhecimento que impossibilitou que o Brasil conseguisse ganhar espaço internacional quando se fala de gênios da inteligência que “bolam” projetos espantosos que podem, por exemplo, ser a saída para muitos problemas ambientais.
O físico José Goldemberg, do Instituto de Eletrotécnica e Energia da USP, é um dos ganhadores deste ano do Blue Planet Prize, um dos principais prêmios concedidos aos que lutam pela causa ambiental no mundo. Suas contribuições foram importantes na formulação e implementação de muitas políticas associadas ao melhoramento no uso e na conservação de energia.
Da mesma forma que Goldemberg, outros pesquisadores na área ambiental, também possuem projetos e pesquisas que podem ser motivo para premiações em diversos espaços oferecidos no mundo todo, além de grandes possibilidades de mudar o cenário do aquecimento global, falta de água, energia, etc. Só falta um pouco mais de colaboração por parte do poder público em investir nesses trabalhos, pois interesse inteligência e competência estudantes, pesquisadores e cientistas têm de monte.
Fontes: www.ambientebrasil.com.br / www.unesc.rct-sc.br
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